Nos dias de hoje, o romantismo é apresentado por muitos como brega, talvez até seja, se o encarar como um simples ato, mas se conseguir enxergar o outro lado, a sentimentalidade expressa no pequeno gesto, entenderá o "x" da questão.
Uma serenata à luz do luar, um jantar à luz de velas, rosas pela manhã, uma ligação no meio da tarde, só para dizer "eu te amo", uma singela carta, ou mesmo um pequenino bilhete, são pequenos atos que marcam momentos, momentos esses, inesquecíveis.
Quando o amor não é correspondido, sofre-se por ele, quando há desconfiança, insegurança, ciúmes, também, há famílias que interferem no romance, por motivos sociais, econômicos, causando novamente o sofrimento.
Por amor vale tudo, no casamento o padre mesmo diz "até que a morte os separe", morrer por amor é completamente cabível, a separação causaria tão grande sofrimento, levando até a morte. Sendo assim, nada é brega, tudo é cabível e aceitável dentro do amor, ele vai da alegria à tristeza, deixando no ar a pergunta: "Até que ponto vale a pena?".
Como dizia Wando, "Vulgar e comum é não morrer por amor."
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Há 9 meses
uhuhuhuhuh, muito bom Mi
ResponderExcluiré isso ai viva o amor!!!
Uhmm, cute!! Identificação é ler um post e saber que seria as mesmas palavras que você diria. Então, Michelle o que vc acabou de dizer eu assino em baixo; gostei mais ainda da parte "morrer de amor, ou por ele", achava que eu era dramática mas uma palavra descreve bem isso: CABÍVEL!
ResponderExcluirObrigado por me Seguir! Retribuí da mesma forma; e vou visitar sempre. :)
XOXO, da Lisse